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PROTAGONISMO FEMININO

Mulheres da Artran transformam a mobilidade no transporte do Pará

Servidoras ocupam 40% dos cargos na agência reguladora e superam desafios em setor historicamente dominado por homens

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Imagem ilustrativa da notícia Mulheres da Artran transformam a mobilidade no transporte do Pará camera Em meio ao vaivém de embarcações e ônibus que conectam o Pará, a presença feminina tem sido o diferencial | Marcelo Lelis / Ag. Pará

Em meio ao vaivém de embarcações e ônibus que conectam o Pará, a presença feminina tem sido o diferencial na garantia de direitos e na segurança dos passageiros. Na Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos de Transporte (Artran), o cenário tradicionalmente masculino está mudando: das 150 pessoas que compõem o quadro funcional, 60 são mulheres, representando 40% da força de trabalho.

Essas profissionais atuam desde a fiscalização nos portos e terminais até cargos estratégicos de diretoria, enfrentando desafios que vão além da técnica, incluindo o preconceito e a pressão de um ambiente majoritariamente masculino.

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Superação e Representatividade

A trajetória das servidoras é marcada por resiliência. A controladora Ingrid Beltrão, de 25 anos, relata que já sofreu agressão física enquanto exercia sua função, mas decidiu seguir em frente. "Muitas vezes existe aquele pensamento de que, por ser mulher, a gente não sabe fazer o trabalho, mas estamos aqui justamente para mostrar que temos capacidade", afirma.

Na sede da agência, mulheres lideram áreas como a Diretoria de Regulação, a Procuradoria Jurídica e gerências de licitação. Caroline Huhn, gerente de licitações com quase 20 anos de experiência, destaca que o preparo técnico é sua maior defesa contra tentativas de pressão. "A formação é o que nos fortalece e nos dá segurança para enfrentar qualquer situação", pontua.

Diversidade e Humanização

A agência também é palco de exemplos de inclusão. A engenheira mecânica Ellen Brito, diagnosticada com autismo aos 41 anos, destaca que sua condição nunca foi um obstáculo. "Consigo realizar meu trabalho com excelência, de forma clara e objetiva", conta orgulhosa.

Para a controladora Cláudia Mesquita, a atuação feminina traz uma abordagem mais humanizada ao serviço público. "A mulher tem um olhar de cuidado, de respeito com as pessoas e com a segurança. Os usuários sentem essa diferença", conclui.

A Força Feminina na Artran

Área de Atuação Mulheres - Homens

Geral (Total) 60 (40%) - 90 (60%)

Fiscalização Rodoviária 07 - 15

Fiscalização Aquaviária 05 - 21

Administrativo Rodoviário 08 - 05

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