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SAÚDE E BEM-ESTAR

Hábito de roer unhas quase leva jovem à amputação de dedo

Gabby Swierzewski, de 21 anos, desenvolveu infecção grave após unha encravada e precisou de cirurgia de urgência para salvar o membro

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Imagem ilustrativa da notícia Hábito de roer unhas quase leva jovem à amputação de dedo camera O caso de Gabby serve como uma conscientização necessária. | Reprodução

O que começou como um hábito comum de infância quase terminou em tragédia para a jovem Gabby Swierzewski, moradora da Carolina do Sul, nos EUA. Adepta do vício de roer unhas desde os 8 anos, Gabby enfrentou uma batalha médica severa que acendeu um alerta global sobre os perigos da onicofagia (o ato de roer as unhas).

O caso se agravou em fevereiro deste ano, quando uma unha encravada no dedo médio da mão esquerda começou a apresentar um inchaço anormal. "Achei que ia passar", relatou Gabby à revista People. No entanto, a evolução foi rápida e agressiva.

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O Calvário Médico

Após o início dos sintomas no dia 6 de fevereiro, a jovem passou por uma sequência de tentativas frustradas de tratamento:

• 10 de Fevereiro: Uso de antibióticos sem resposta positiva.

• 12 de Fevereiro: Tentativa de drenagem de abscesso em unidade especializada, sem sucesso.

• 16 de Fevereiro: Dor insuportável e quase desmaio, levando a uma busca desesperada por auxílio hospitalar.

No hospital, os médicos identificaram múltiplos abscessos semelhantes a cistos. A gravidade do quadro exigiu o encaminhamento imediato a um especialista em mãos, que confirmou o cenário crítico: havia risco real de amputação do dedo.

Cirurgia de Urgência e Recuperação

Para salvar o membro, Gabby foi submetida a um procedimento de irrigação e desbridamento sob anestesia geral. A cirurgia envolveu uma incisão de dois centímetros para a limpeza profunda da infecção. Médicos também realizaram exames de sangue e de tecido para monitorar se a bactéria havia atingido a estrutura óssea (osteomielite).

Felizmente, após semanas de incerteza, os especialistas confirmaram no dia 4 de março que o risco de perda do dedo foi eliminado.

Alerta Especializado

O caso de Gabby serve como uma conscientização necessária. Roer as unhas cria portas de entrada para bactérias e fungos, podendo causar infecções como a paroníquia, que, se não tratada, pode evoluir para quadros sistêmicos ou necrose.

Parece que poucas pessoas sabiam que roer as unhas poderia causar um problema tão grande, inclusive eu”, desabafou a jovem nas redes sociais.

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