O avanço do sarampo voltou a mobilizar autoridades de saúde nos Estados Unidos e no Brasil. Na Pensilvânia, o estado enfrenta o maior surto da doença em mais de três décadas, acumulando quatro mortes associadas à infecção e 693 casos confirmados em 2026. Em todo o território norte-americano, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) já contabilizam 3.294 infecções até setembro.
No Brasil, o estado de São Paulo alcançou a marca de 36 casos identificados ao longo do ano, sendo a maioria (32 registros) localizada na capital. Do total de pacientes diagnosticados no estado, 26 pessoas não possuíam histórico de imunização ou estavam com o esquema vacinal incompleto.
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O Ministério da Saúde também monitora três casos importados do Peru confirmados em Tabatinga, no Amazonas, ressaltando que o país ainda não apresenta transmissão sustentada do vírus.
O sarampo é uma infecção viral altamente contagiosa transmitida pelo ar, capaz de provocar sintomas como febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse e irritação nos olhos. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para complicações graves, como pneumonia e encefalite aguda, podendo levar ao óbito. Como não existe tratamento específico contra o vírus, a imunização por meio da vacina tríplice viral permanece como a principal medida de prevenção e controle da circulação viral.
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