O homem suspeito de estuprar a namorada do próprio filho, uma adolescente de 16 anos, foi preso nesta semana na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. O crime, ocorrido no dia 23 de janeiro de 2026, no bairro Cidade Jardim, em Marabá, gerou forte comoção e revolta nas redes sociais devido à brutalidade do relato e à fuga do acusado.
O Crime
De acordo com o registro policial, a adolescente estava na casa do namorado quando o crime aconteceu. O jovem havia saído para trabalhar, deixando a vítima sozinha no imóvel. O sogro teria aproveitado a ausência do filho para chegar à residência e praticar o ato sexual sem consentimento.
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A mãe da vítima relatou que a família já havia alertado as autoridades sobre o risco de fuga do suspeito. Na época, a família criticou a demora no processo investigativo, uma vez que o depoimento da menor só foi colhido oficialmente duas semanas após o registro do caso, período em que o homem conseguiu deixar o Pará.
A Prisão
Após um intenso trabalho de inteligência que envolveu o Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Marabá e a Superintendência da 10ª RISP, o acusado foi localizado no município de Balneário Pinhal (RS). A operação contou com o apoio operacional da CORE, unidade de elite da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, para o cumprimento do mandado de prisão preventiva.
Impacto e Proteção
O caso destaca a gravidade da violência sexual contra menores e a importância da rede de proteção. A vítima chegou a realizar exames forenses no IML de Marabá e a família solicitou medidas protetivas de urgência. O impacto psicológico sobre a adolescente foi acentuado pela demora inicial nas diligências, segundo relatado pela mãe em canais de denúncia pública.
Próximos Passos
A prisão preventiva foi expedida pela Comarca de Marabá devido à gravidade do delito, tipificado no artigo 213, § 1º do Código Penal. O suspeito permanece custodiado em solo gaúcho, onde aguarda a autorização judicial para ser recambiado ao Pará, onde responderá ao processo criminal.
Canais de Denúncia
A Polícia Civil reforça que casos de violência sexual devem ser denunciados imediatamente. A população pode utilizar o Disque Denúncia (181) ou o WhatsApp (91) 98115-9181. O sigilo é garantido.
A Polícia Civil destacou que a prisão é uma resposta firme ao crime e reforça o compromisso com a proteção de menores e o combate à impunidade.
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