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MARABÁ

Suspeito de morte de recepcionista presta depoimento e é liberado

Acompanhado de advogados, o homem compareceu espontaneamente à delegacia; familiares e amigos realizaram protesto cobrando justiça.

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Imagem ilustrativa da notícia Suspeito de morte de recepcionista presta depoimento e é liberado camera Suspeito chegou pouco depois das 15h desta quinta-feira (12) na Superintendência de Polícia Civil de Marabá | James Oliveira/RBATV

O principal suspeito da morte da recepcionista Marli Pereira da Silva, de 40 anos, apresentou-se espontaneamente na Superintendência Regional de Polícia Civil de Marabá na tarde desta quinta-feira (12) no sudeste paraense. Ele já havia se apresentado pela parte da manhã, mas o depoimento formal precisou ser adiado devido a diligências externas da delegada responsável pelo inquérito.

Ele, que mantinha um relacionamento com Marli, veio acompanhado de dois advogados e se apresentou ao superintendente, evitando um grupo de manifestantes que estava na frente da Seccional de Polícia. O suspeito foi liberado pois não há mandado de prisão e não há mais flagrante. Na quarta-feira (11), um irmão do homem já havia comparecido à unidade policial e prestado depoimento sobre os fatos relacionados ao caso.

Segundo a defesa, o cliente sempre esteve disposto a colaborar com as investigações e o prazo do flagrante já havia expirado quando ele foi contatado anteriormente.

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“Não teve essa questão de fuga do flagrante não, é porque ele tinha que estar se apresentando com o advogado, tanto é que foi espontâneo, a apresentação espontânea”, declarou. “Ele veio, está disposto a voltar às 15h30, então não há esse objetivo de fugir do flagrante. Até porque ele foi até contactado, acho que ontem ou foi antes de ontem, então já nem existia mais o flagrante”, declarou o advogado José Rodrigues.

Grupo de mulheres realiza manifestação em frente à Seccional de Polícia Civil de Marabá pedindo celeridade nas investigações.
📷 Grupo de mulheres realiza manifestação em frente à Seccional de Polícia Civil de Marabá pedindo celeridade nas investigações. |James Oliveira/RBATV

Um pequeno grupo de mulheres fez um protesto na frente a seccional de polícia civil, localizada bem ao lado da superintendência de polícia. A irmã de Marli Pereira da Silva, Elza da Silva Soares, veio de Tucumã, distante cerca de 399 quilômetros de Marabá, acompanhar toda a situação.

“Eu quero justiça pela morte da minha irmã. O cara veio dar o depoimento dele pela manhã e ninguém fez nada, se apresentou agora e saiu. Quero justiça”, desabafou.

Natália de Souza era amiga de Marli e também participou do protesto. Segundo ela, mais cedo as amigas vieram pela manhã à seccional assim que souberam que o suspeito iria se apresentar. “Mas ficamos sabendo que a delegada não estaria e que ele havia sido liberado para retornar às 15”, declarou ela. “Então nós como os amigos e parentes delas que estamos aqui presentes Viemos pedir justiça pela nossa amiga”, enfatizou.

O CASO

Marli foi encontrada morta na última terça-feira, sob a ponte da BR-230, nas águas do Rio Itacaiúnas (Taurizinho). Agentes da Polícia Rodoviária Federal localizaram o corpo, que foi encaminhado ao IML. O laudo preliminar aponta afogamento como causa da morte. A polícia aguarda o depoimento de hoje para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e verificar se há outros envolvidos no caso. (Com apoio de James Oliveira, da RBATV)

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