Uma busca empreendida de forma independente pela própria família culminou na localização do corpo do caminhoneiro Wanderson Carlos de Oliveira Lemos, de 27 anos. O jovem estava desaparecido desde a última quarta-feira (22) e foi encontrado morto dois dias depois, no fundo de uma ribanceira na zona rural de Cristalina (GO), município localizado no Entorno do Distrito Federal.
Wanderson atuava rotineiramente no transporte de cargas de tomate na região. Sem informações sobre o paradeiro do motorista e preocupados com a falta de contato, os parentes decidiram tomar a iniciativa de refazer o trajeto percorrido habitualmente pelo profissional.
Veja também:
- Homem é morto a tiros no cais de Tucuruí; suspeito é preso
- Lancha afunda no Rio Araguaia e passageiros são resgatados
- Estudo alerta para transmissão de superbactéria entre pets e tutores
A estratégia, embora arriscada, revelou-se decisiva: ao percorrerem uma estrada vicinal de terra, os familiares notaram marcas de saída de pista e avistaram o caminhão acidentado em um trecho de difícil acesso.
Logo em seguida à descoberta, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado para efetuar o resgate. No local, os socorristas confirmaram o óbito do motorista, que se encontrava preso às ferragens do veículo de carga. As equipes precisaram utilizar equipamentos específicos de desencarceramento para realizar a remoção do corpo com segurança.

A suspeita inicial das autoridades e das equipes de resgate é de que o caminhoneiro tenha perdido o controle da direção enquanto trafegava pela via rural, o que culminou na queda da ribanceira. No entanto, as circunstâncias exatas que provocaram a perda do controle do veículo ainda dependem dos laudos periciais.
O caso é investigado pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), que apura a dinâmica do acidente e busca identificar se fatores como problemas mecânicos, condições da pista ou fatores externos contribuíram para a tragédia.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar