Outra mensagem das mais oportunas é a do amigo José Maria Barbalho, bicolor de quatro costados, referindo-se à coluna de alguns dias atrás na qual abordo o sempre recorrente aleijão das gangues organizadas. “Sobre as torcidas que afastam os verdadeiros torcedores dos estádios, concordo plenamente com as tuas colocações, e digo mais: um conhecido meu, que participou da diretoria passada do Paysandu, quando interrogado por mim porque a diretoria não cortava as vantagens oferecidas, ele respondeu que, no dia em que fizerem isso, dirigentes e familiares pagarão muito caro”, observa.
Segundo ele, as ameaças são constantes e sempre que entra uma nova diretoria os dirigentes são logo lembrados sobre as intimidações que pairam sobre as suas cabeças e de suas famílias, caso medidas contra essas ‘torcidas’ forem tomadas. “Não é novidade pra ninguém que as diretorias de Remo e Paysandu se ‘pelam’ de medo das principais e mais violentas facções. Não tenho bola de cristal, mas já estou visualizando atitudes violentas em caso de eventual rebaixamento para a Série D”, arremata o amigo e leitor, coberto de razão, infelizmente.
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