Existirá mesmo a tal depressão pós-Copa? A tese foi levantada novamente ontem depois da chinelada que a Argentina aplicou sobre a seleção tetracampeã do mundo, em Dusseldörf, com requintes de malvadeza.
Os times estavam bastante modificados, é bom que se diga. Messi, que a Fifa elegeu como melhor do Mundial, invento uma desculpa qualquer e não viajou à Alemanha. A seleção de Joachin Low entrou ainda mais desfalcada, com apenas três dos titulares da conquista no Brasil.
Chamou atenção, por sinal, o aparente desinteresse do técnico alemão pelo jogo, evitando recorrer a todas as suas forças para o jogo contra os vice-campeões do mundo. É claro que alguns atletas estão contundidos, mas boa parte deles podia ter sido relacionada para o jogo.
Na Argentina, Angel Di Maria resolveu aproveitar a ocasião para mostrar o futebol que o acaso não permitiu que exibisse na grande final realizada no Maracanã. Grande desfalque argentino na decisão, o meia desfilou em campo, dando passes primorosos, lançamentos precisos e até fazendo gol. Na ausência do astro Messi, ficou à vontade para dar um show solo e provar o quanto podia ter sido decisivo na finalíssima da Copa.
O futebol tem pressa e não se pode brincar de amistoso quando a história é construída a cada jogo. Lição para Low.
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