Sem atividades até dezembro, o Remo se dedica à política. Duas chapas estão postas para o pleito que se aproxima.
Zeca Pirão de um lado, Pedro Minowa do outro. Pela lei natural das coisas e levando em conta o trabalho realizado, o presidente é favoritíssimo à reeleição. Mas Minowa, que integra a atual diretoria, é um dirigente com bom trânsito junto às torcidas e bem avaliado por sócios e conselheiros.
Da discussão de propostas deve surgir um novo projeto de gestão para o clube, ora sem uma solução para as obras do estádio Evandro Almeida, cuja parte de camarotes e cadeiras ainda não chegou a ser construída. A diretoria negocia parcerias, mas por enquanto não há uma definição.
Carro-chefe da vida do clube, o futebol profissional vai centrar esforços na conquista do bicampeonato, que garantirá participação na Série D. Cabe observar que o elenco precisará dispor de peças de reposição para atender aos compromissos da Copa Verde, cujas datas coincidem com a segunda metade da competição estadual.
Pelo bem do próprio clube, é lógico supor que a eleição marcada para 8 de novembro não cause divisões definitivas e irreconciliáveis na cúpula remista. Mas, obviamente, tudo dependerá da campanha eleitoral, que já começou.
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