“O maior problema do Remo, para mim, nunca foi o técnico ou os jogadores, mas a mais absoluta falta de visão gerencial de futebol dos muitos que tomaram a responsabilidade de tocar o futebol azulino. A escolha de técnico local ou de fora redunda num comportamento profissional para os técnicos de fora, e outro aos locais. Sinomar e Guerreiro não tiveram a mesma liberdade dada a RF, por exemplo, sobre contratações e método de trabalho. As coisas são mais limitadas aos locais. Galvão e Cacaio seriam, sim, ótimas opções ao Clube do Remo, dadas as circunstâncias”.
De Lopes Junior, analisando os erros da gestão do Remo no futebol em 2014.
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