Os responsáveis pela I Copa Amazônia se esmeraram nos erros. Cobraram caro pelos ingressos, tiveram que liberar a venda de meia-entrada para qualquer torcedor e quase cancelaram a competição diante do pouco interesse despertado. Teria sido mais digno e menos vexatório.
Feia foi a atitude em relação aos dois maiores clubes paraenses, iludidos com a oferta de R$ 300 mil pelo primeiro jogo (mais R$ 200 mil), em caso de vitória no segundo jogo. No intervalo do jogo, diante do calote iminente, os dirigentes pensaram em não voltar a campo.
Felizmente, depois de reunião nos vestiários, a lucidez superou a indignação e a torcida foi tratada com um mínimo de respeito. Cabe agora aos clubes recorrer às instâncias cabíveis para tentar diminuir o prejuízo. Só não haverá pagamento para o constrangimento histórico.
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