Rafael Paty, já mencionado na abertura da coluna, transformou-se repentinamente em ídolo da torcida do Remo. Como quase todos os baluartes da conquista do bicampeonato era um jogador quase de saída do Baenão em meio às turbulências da era Zé Teodoro. Renasceu, como os demais, depois que Cacaio assumiu o barco.Sua ascensão, porém, não é acidental. Já adaptado ao futebol paraense e seus campos castigados pelo inverno amazônico, Paty fez muitos gols em todos os times que defendeu no Pará.
Levantamento do amigo Adilson Brasil, produtor do Banco de Informações da Rádio Clube, foram 45 gols marcados nas últimas cinco temporadas. Ninguém balançou as redes mais do que ele. Provou mais uma vez, nessa arrancada do Remo, que artilheiro não desaprende de fazer gols. Quando a maré ajuda e o time embala os especialistas se destacam.
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