“Alemanha, Espanha e Inglaterra têm o futebol organizado por ligas, na qual a administração é tarefa dos clubes, enquanto a confederação cuida da representação nacional (seleções diversas). Claro que isso depende de uma gestão transparente e eficiente, algo agora vislumbrado com a lei ora em tramitação no Congresso e que prevê a participação dos atletas na tomada de decisões, inegavelmente um grande avanço democrático. Não podemos é tratar essa nova possibilidade como era tratado o projeto do senador Nelson Carneiro, há pouco mais de 30 anos, que instituía o divórcio no Brasil e era considerado como maldição dos pecadores e hoje é corriqueiro. Que venha o novo!”.
Do Jorge Paz Amorim, um otimista inveterado.
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