A Conmebol levou uma eternidade para anunciar a punição ao chileno Jara pelo incidente com o uruguaio Cavani.
Confirmou sua notória tradição de hesitação diante de situações polêmicas. Faz o possível para se manter longe de queixas e pressões, evitando se comportar como a principal entidade futebolística do continente. Suspendeu o jogador por três jogos, pena que pode ser considerada até branda nas circunstâncias.
Para arrematar, premiou o atrapalhado árbitro Sandro Meira Ricci com a escalação para dirigir a semifinal entre Argentina e Paraguai. Além da ausência de critérios, a Conmebol prova que adora brincar com o perigo.
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