Considerado o novo eldorado do futebol, a liga norte-americana (MLS) terá investimento total de US$ 168 milhões. Os 20 clubes torraram essa fortuna contratando 574 atletas nesta temporada. O curioso é que a maioria desses atletas já está remando pra beira, para usar uma expressão do amigo Valmireko.
O brasileiro Kaká lidera o ranking, com US$ 7,16 milhões/ano. O craque italiano Pirlo vem logo abaixo, faturando em torno de US$ 6 milhões.
Os EUA seguem a receita inaugurada nos anos 80 pelos japoneses. A criação da J-League foi a alavanca que faltava para popularizar e rentabilizar o futebol no Japão, com forte importação de atletas veteranos e alguma sucata de países do primeiro mundo da bola.
O Brasil cedeu muitos atletas, contribuindo para a evolução do futebol como negócio no país do sol nascente. Com muito dinheiro e austeridade gerencial, o programa foi bem executado e o Japão começou a revelar seus próprios jogadores. Hoje, merecidamente, ocupa posição honrosa no mapa do futebol.
A ambição americana vai além. O objetivo é ingressar na elite do esporte mais popular do planeta nas próximas décadas.
Alguém duvida de que chegarão lá?
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