Mais do que a organização mostrada pela Argentina e a discretíssima presença de Neymar em campo, o clássico das Américas revelou definitivamente (espera-se) a inutilidade de um zagueiro como David Luiz para a Seleção. Imaginava-se que os jogos ruins na Copa tinham afastado de cena o beque marqueteiro, mas Dunga resolveu insistir com ele.
Depois de falhar no gol de Lavezzi, aventurou-se em subidas malucas ao ataque, no melhor estilo peladeiro. Violento, foi corretamente excluído do jogo na etapa final. E Dunga, sem querer, ganhou a chance de rearrumar a defesa sem o seu mais estabanado defensor.
O resto do time viveu de lampejos. Como se sabe, o escrete não tem técnico, tem um capitão do mato a vociferar ordens e soltar grunhidos à beira do gramado. Isto posto, o empate dentro do Monumental de Nuñez foi terrível para a Argentina e razoável para o Brasil, mesmo considerando que Tato Martino não teve Messi, Aguero e Tevez.
Willian, mesmo lento e dado a apagões, foi o mais participativo. E Lucas Lima aproveitou bem o rebote nascido do único bom ataque feito pelo Brasil no jogo.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar