Um projeto ousado, bancado exclusivamente por abnegados históricos, garantiu ao Remo a conquista do bicampeonato estadual de basquete, dando ao clube o título de campeão de terra, mar e ar, como se dizia no passado para sublinhar triunfos no futebol, no remo e no basquete. Foi em 1996 a última vez que isso havia acontecido.
O grupo de empresários azulinos que importou quase um time inteiro de basquete tem por característica não apregoar suas contribuições ao clube, no que faz muito bem. A necessidade de contratar jogadores e técnico de fora veio com a saída em massa de atletas do time campeão de 2014.
A partir de 2016, porém, a ideia é investir no basquete do clube, incentivando a formação de atletas para diminuir a importação. O apoio da torcida e o retorno midiático da conquista do bicampeonato agradaram aos baluartes e devem atrair patrocínios para a próxima temporada.
Mesmo sem trilhar o caminho habitual, de priorizar a valorização de atletas regionais, o caminho buscado pelos azulinos pode marcar o renascimento definitivo do basquete como segundo esporte dos paraenses.
A rivalidade tende a fazer com que o Papão também se estruture e reforce em 2016, levando a um campeonato ainda mais concorrido e empolgante do que o deste ano
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar