O premiado repórter investigativo Lúcio de Castro publicou ontem, na Agência Pública, extensa matéria sobre a pensão mensal de R$ 14.768,00 que é paga ao presidente da CBF, coronel Antonio Carlos Nunes, como “anistiado político”. O absurdo do soldo é que Nunes nunca se opôs ou foi perseguido durante os anos de chumbo, muito pelo contrário.
A reportagem ganhou ampla repercussão no país, criando embaraços ao novo manda-chuva do futebol nacional. Alçado à condição de vidraça, Nunes terá que dar explicações que antes não lhe seriam cobradas.
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