O Tapajós vem batendo recordes de rotatividade de técnicos, exibindo o chamado planejamento às avessas. Depois de Marcelo Rocha, que deixou o clube na véspera da estreia no campeonato estadual, o clube efetivou Vítor Hugo, responsável pela boa campanha no ano passado.
Com os maus resultados nas primeiras rodadas do Parazão, Vítor Hugo rodou. Aí, a diretoria trouxe Marcos Píter, técnico amazonense pouco conhecido por aqui. Ficou apenas uma partida no comando. Levou uma goleada do Papão e foi mandado embora.
Diante dos custos dessas apostas equivocadas, o Boto optou por uma solução caseira. Caio Cavalcante Simões, de 26 anos, assume o posto. Era auxiliar técnico e conhece bem o elenco. Espera-se que tenha um mínimo de tempo para trabalhar.
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