E o Papão quebrou o incômodo jejum de cinco partidas sem vitória. Atropelou o Fast Clube, mesmo sem forçar muito e até aparentando certo desleixo em vários momentos. Objetivo, construiu a vitória ainda no primeiro tempo e tirou as esperanças do visitante.
Nem mesmo a perda de Celsinho e Rafael Luz, seus jogadores mais criativos, travou o desenvolvimento da equipe diante dos amazonenses. Não foi uma atuação primorosa, longe disso, mas na medida certa para superar um adversário inferior, com elenco quase amador.
Desde os primeiros movimentos, ficou evidente que Fast havia se armado para não permitir que o Papão jogasse com liberdade. Era a única alternativa para tentar obter a classificação, mas sofreu um gol muito cedo e não teve recursos para buscar a reação.
Dado Cavalcanti optou por fazer seu time envolver o Fast à base de muito toque de bola e aproximação entre os setores. Nem sempre funcionou assim. Em alguns momentos, o time abusava da lentidão.
Sem encontrar obstáculos e com maior poderio técnico, o Papão conduziu o jogo sem sobressaltos. Na reta final do jogo, com um jogador a mais, deu-se ao luxo de perder um caminhão de gols, abrindo mão de acumular saldo na competição. Valeu pelo resultado e o bom treino.
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