Nas redes sociais, ontem, os torcedores azulinos renderam tributo ao eterno ídolo Alcino, que partiu há dez anos. Depois de brilhar como poucos atacantes no futebol local, o gigante do Evandro Almeida teve um final de vida dos mais tristes, enfrentando problemas financeiros e sérias debilidades físicas. Havia jogado no futebol gaúcho e carioca, depois de se projetar no Remo, mas não conseguiu se estruturar para a aposentadoria.
Os torcedores mais jovens talvez guardem a imagem do Alcino alquebrado dos últimos dias de vida, mas os adultos sabem o que de fato ele representou para o Remo e o futebol paraense. Além da facilidade para achar o caminho do gol, usando sua envergadura, Alcino foi uma figura folclórica dentro e fora dos gramados. Sua curta e profícua história ainda está a merecer um registro mais acurado.
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