Quis o destino que a Estrela Solitária escrevesse capítulo especial anteontem à noite em Assunção. E pelas mãos de um legítimo anti-Olímpia, o paraguaio Gatito Fernandez, assumido torcedor do Cerro Porteño. Foi Gatito, goleiro que já rodou o Brasil com outras camisas, o improvável herói alvinegro da classificação. Frio, defendeu três penais – sem se adiantar, truque inominável para as tradições botafoguenses.
Não era noite de brilho ofensivo, como nas páginas incomparáveis de glórias do Botafogo. Quis o imponderável que um goleiro nos restituísse a glória, garantindo permanência na Libertadores. Ave, Gatito, os filhos da Estrela o saúdam!
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