Historicamente, a imensidão do território paraense sempre foi uma das bases para um contexto social complexo no estado, exigindo modelos de atuação que integrassem a presença de grandes cadeias produtivas à promoção de direitos fundamentais. Assim, a construção de infraestrutura social de alta qualidade tornou-se um pilar central para o progresso, e uma articulação entre políticas públicas estaduais; e a Hydro desenhou um novo horizonte de cidadania no qual o desenvolvimento econômico caminha lado a lado com a oferta de serviços que transformam o cotidiano de comunidades, da capital ao interior.
A Hydro concluiu um ciclo histórico de investimentos sociais com o aporte total de R$ 480 milhões em recursos próprios para a construção de sete unidades da Usina da Paz no Pará. Esse montante contemplou a entrega de três unidades em Belém, localizadas nos bairros do Jurunas/Condor, Terra Firme e Guamá, além de centros nos municípios de Moju, Barcarena, Paragominas e Tomé-Açu. Nessa última cidade, a unidade foi inaugurada em abril deste ano.
Juntas, essas sete unidades apoiadas pela empresa possuem o potencial de atender a mais de 1,8 milhão de pessoas, ampliando significativamente o acesso a serviços essenciais gratuitos e fortalecendo a cidadania em larga escala em áreas de maior vulnerabilidade social.

Cada complexo da Usina da Paz é reconhecido por ser um polo moderno e multifuncional, projetado com dois prédios principais denominados Assistência e Usina. Os espaços foram concebidos para atender a diferentes necessidades da comunidade, contando com estrutura ampla, equipada e voltada ao bem-estar e ao desenvolvimento social.
Na área de saúde e bem-estar, a população tem acesso a atendimentos médicos, odontológicos e psicológicos, além de consultas e orientações variadas. No eixo de cidadania e direitos, são oferecidas consultorias jurídicas, emissão de documentos como RG, CPF e Carteira de Trabalho, e apoio a programas sociais. Já o setor de educação e profissionalização foca em cursos, capacitações, oficinas de robótica e palestras voltadas à geração de novas oportunidades de emprego e renda.
Anderson Baranov, Presidente do Conselho Diretor do SIMINERAL, Membro do Conselho do IBRAM e Executivo da Hydro, ressalta a importância das inaugurações para a empresa e para a sociedade. “A inauguração de uma Usina da Paz é um momento de grande celebração para a Hydro e, principalmente, para a população”.
Cada espaço, com sua estrutura robusta e a amplitude de mais de 70 serviços, é a materialização da nossa crença no poder transformador da colaboração e do investimento social, que geram esperança e oportunidades reais. Entregar essas sete unidades reafirma nosso compromisso com um futuro próspero para o Pará e suas comunidades, garantindo acesso a direitos fundamentais e promovendo a cidadania plena
Anderson Baranov, Presidente do Conselho Diretor do SIMINERAL, Membro do Conselho do IBRAM e Executivo da Hydro
Além do impacto social direto, a fase de construção das unidades impulsionou as economias locais através da geração de centenas de empregos: em Paragominas, o pico da obra gerou 350 vagas, enquanto em Barcarena e Tomé-Açu foram 300 postos de trabalho cada, sendo que, em todos os casos, 90% da mão de obra foi preenchida por moradores das próprias cidades.

A presença da Hydro no Pará é marcada por operações integradas que incluem a Mineração Paragominas, a refinaria Alunorte e a produtora de alumínio primário Albras, localizadas em Barcarena. Em Barcarena, a inauguração da unidade foi fruto de uma parceria entre Hydro e Albras, com investimento de R$ 95 milhões. A logística dessas operações envolve o mineroduto de 244 km que transporta a bauxita de Paragominas até a refinaria em Barcarena, atravessando municípios como Tomé-Açu. Essa estrutura é descrita como uma solução pioneira e sustentável que evita o tráfego intenso de caminhões, reduzindo a poluição sonora e a poeira nas comunidades, além de diminuir significativamente a emissão de CO2.

A estrutura física das Usinas da Paz contempla complexos poliesportivos com piscinas semiolímpicas, ginásios cobertos, quadras de areia e salas para dança e artes marciais. Há também espaços voltados para a cultura e inclusão digital, equipados com bibliotecas, laboratórios de informática e salas de audiovisual. Todas as instalações foram projetadas com acessibilidade para pessoas com deficiência, garantindo que os ambientes de convivência e empreendedorismo sejam inclusivos e sirvam como catalisadores para o fortalecimento do tecido social das comunidades paraenses.
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