
O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou que o resultado final do Concurso Nacional Unificado (CNU) será divulgado na sexta-feira, 28.
As listas de aprovados para as 6.640 vagas imediatas e cadastro de reserva estarão disponíveis no site oficial do concurso. Após a divulgação, o próximo passo será a homologação do resultado, prevista para março, para que as primeiras convocações sejam realizadas.
O Ministério também afirmou que haverá uma nova edição do CNU, mas ainda não foram divulgados o número de vagas e a lista de órgãos participantes. Alguns órgãos que receberam autorização para novos concursos já confirmaram a participação. No entanto, a nomeação dos aprovados e a definição da oferta do próximo CNU dependerão da aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso Nacional, prevista para março. A partir da aprovação, será possível realizar as nomeações e definir chamadas para cadastro de reserva, além da autorização para novos concursos federais.
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O Governo Federal iniciou os preparativos para o CNU 2025, com previsão de provas em agosto. O edital deve ser publicado até março, segundo a ministra Esther Dweck. A escolha do mês de agosto para a aplicação das provas foi baseada no período de menor incidência de chuvas, o que pode reduzir a necessidade de remarcações.
O secretário de Gestão de Pessoas do MGI, José Celso Cardoso Júnior, afirmou que a nova edição do CNU deve oferecer cerca de 50% das vagas da primeira edição, com estimativa entre 3.000 e 3.500 oportunidades. A organizadora do concurso ainda não foi definida e será escolhida por meio de licitação.
O Concurso Nacional Unificado foi criado pelo Governo Federal para unificar a seleção de servidores para diferentes órgãos e autarquias do Poder Executivo. A primeira edição, realizada em 2024, ofereceu 6.640 vagas para cargos de níveis médio e superior. Os candidatos puderam se inscrever para diversas carreiras dentro de um mesmo bloco temático pagando uma única taxa de inscrição.
As provas da primeira edição foram aplicadas no dia 18 de agosto, em mais de 200 cidades. Antes, os concursos federais eram, em sua maioria, realizados apenas nas capitais ou em Brasília. A ampliação dos locais de prova foi uma medida adotada para facilitar o acesso dos candidatos.
O CNU registrou 2.144.435 inscritos, tornando-se o concurso público com o maior número de participantes na história do país. Os candidatos realizaram provas objetivas e discursivas, e 970.037 compareceram aos exames.
Além das provas escritas, a primeira edição do CNU incluiu avaliação de títulos e curso de formação para algumas carreiras. Nove carreiras exigiram essa etapa obrigatória, com 2.035 vagas distribuídas entre cargos como analista de comércio exterior, auditor-fiscal do trabalho e analista de infraestrutura.
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Os cursos de formação serão realizados em Brasília, com exceção da formação para especialista em regulação de saúde suplementar, que ocorrerá no Rio de Janeiro. Apenas o curso de auditor-fiscal do trabalho terá formato híbrido, combinando aulas presenciais e remotas. Os demais serão totalmente presenciais.
A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e o Cebraspe serão responsáveis pelos cursos, com carga horária de até 580 horas. Os participantes receberão um auxílio financeiro correspondente a 50% da remuneração inicial da carreira durante o curso de formação.
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