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Legislação do SUS é a novidade no edital da ANS

O concurso público da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está com inscrições abertas até o dia 13 de maio para preencher 81 vagas de nível médio, técnico e superior. Os salários variam entre R$ 4.760,18 e R$ 10.019,20 e há oportunidades para o es

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O concurso público da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está com inscrições abertas até o dia 13 de maio para preencher 81 vagas de nível médio, técnico e superior. Os salários variam entre R$ 4.760,18 e R$ 10.019,20 e há oportunidades para o estado do Pará e também Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Os cargos são para técnico em regulação de saúde suplementar, técnico administrativo, analista administrativo e especialista em regulação de saúde suplementar.

De acordo com o especialista Lenildo Thurler, autor do livro” SUS - Legislação e Questões comentadas”, quem estava estudando com base no edital anterior, a partir de agora deve estudar também as novas leis que serão cobradas nesta prova. A legislação do SUS é a novidade neste edital. “Com novos conteúdos, parte desta lei precisa ser memorizada para que o candidato tenha uma boa pontuação neste concurso. Será um diferencial”, orienta.

Sobre as provas, o especialista ressalta que resolver questões de provas anteriores pode ser um bom método de estudo. “Resolva questões da Cespe [organizadora do concurso] todos os dias, isso é fundamental para conhecer técnicas, macetes e pegadinhas que as bancas examinadoras utilizam”. Já a prova discursiva, como em qualquer seleção, representa uma peneira . “O português deve estar correto e, claro, o candidato deverá dominar o assunto”, lembra.

O concurso da ANS era bastante aguardado pelos concurseiros por conta dos altos salários e, por isso, deve ser muito concorrido. Sendo assim, outra dica importante é atentar ao diferencial do Cespe, que anula uma questão certa perante uma errada. “Um macete para isso é: se não souber a questão, deixe em branco. Não responder a questão evita o risco de anular uma que o candidato tenha acertado”, aponta Thurler.

Outro aspecto importante é que a prova discursiva só será corrigida se o candidato for aprovado na prova objetiva, portanto, precisa conseguir a pontuação mínima na objetiva para a correção da discursiva.

(DOL, com informações da editora Elsevier)

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