Cada vez fica mais claro que muitas pessoas, os integrantes da geração ném-ném (nem estudam e nem trabalham, ou melhor fingem fazer ambos) estão procrastinando enormemente a adolescência e quase encostando com a terceira idade - ou melhor idade, como queiram chamar a fase iniciada nos 50 anos (50 anos professor?!?!?) – é!!!! 50 anos sim!!!).
As pessoas andam confundindo qualidade de vida com egoísmo e só pensar em si, só fazer o que gosta, só buscar o que quer e ponto, tá bom?!? (Perguntarão: O que tem de errado nisso? Nada!!, aliás quase nada) Mas vivemos em COLETIVIDADE. Portanto, ou estamos criando uma sociedade completamente desestruturada - eu marco essa alternativa. Ou estamos formando a maior quantidade de pessoas sem a menor noção de nada que se viu em toda história da humanidade. Ou os dois, o que é bem provável.
Aí o mercado de trabalho encontra aquela encruzilhada terrível, temos vagas, faltam pessoas qualificadas COMPORTAMENTALMENTE (até tem pessoas qualificadas com cursos, idiomas, experiências) mas falta gente que sabe lidar com.... gente – estranho né?
No outro lado, um monte de gente que sempre pede para que alguém receba um curriculum vitae pois precisa de uma oportunidade. Só que cada um sai para um lado. Mas digamos que lá na frente essas vias se encontram e esta criatura tenha esta chance, normalmente dá problema, por conta que ela está na adolescência eterna, preocupada com selfies que não acabam, em ler todos os sites de fofocas, saber sobre todos os cortes de cabelos da moda, ou um monte de assunto legal, “da hora” como dizem “os mano” mas que não vão efetivamente ter nenhuma função prática no momento profissional, principalmente quando forem estes momentos críticos.
Falta conteúdo, não existe essência, as pessoas estão se formando por superfície e portanto de maneira frágil e fraca o que irá resultar em incompetência e portanto em algo descartável bem distinto do que o mercado precisa que é o profissional com conhecimento e formação que o tornem um ser com EMPREGABILIDADE, ou seja útil para o negócio da empresa, aí esse sujeitinho vai passar a vida inteira dependendo de amizade, ou pedindo para colocarem seu curriculum em alguma empresa ou “puxando o ...” deixa pra lá.
Lendo este texto você identificou muita gente? Ou identificou alguém chamado você? Em qualquer caso distancie qualquer figura desse adolescente sem data para acabar. Esse tipo de comportamento e conduta tem prazo de validade, normalmente vence logo e a pessoa que o pratica vai ficando para trás e depois é o coroa que acompanha a meninada e é cheio de boas histórias mas que não tem absolutamente nada na vida e depende sempre e sempre de alguém (ou de muitos alguéns). E o pior não produzem, empurram o lugar em que vivem para o nada, para a produção zero e destroem os que o percebem com o exemplo a não ser seguido, se efetivamente você tem muitas dúvidas do que fazer e de como fazer no mercado de trabalho tudo isto é o que não fazer.
Fiquem na paz e lembrem-se: Pouca conversa e resultado sempre dá certo!

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