Muitos concurseiros e também de servidores públicos tem perdido o sono devido à crise no Brasil já que a mesma demanda um reajuste nas contas públicas, e como consequência, nomeações estão sendo adiadas, atrasando o calendário de concursos públicos previstos. A seleção do BNDES, por exemplo, foi cancelada para este ano.
O orçamento precisa ser "enxugado", e a contingência é exatamente nas nomeações, tendo em vista a impossibilidade jurídica e social de fazer cortes em outras áreas. A demora na liberação de editais foi o primeiro sinal da contenção de despesas. E este movimento ocorre, quase sempre, com novos governos e, também, pelo atraso da aprovação da Lei Orçamentária. Então não se pode descartar que os eventos econômicos têm uma relação direta com a abertura de vagas no serviço público.
Porém, não há motivo para os concurseiros rasgarem seus planos de estudos. Pelo menos por enquanto, já que a realização de concursos não vai parar. Apenas uma breve diminuição que deverá passar já no começo do segundo semestre.
Então o ritmo de estudos deve ser mantido. Inclusive, ter um foco bem definido já é um bom começo. A motivação deve vir de dentro, jamais de fora. O candidato inclusive, deve ver a situação de maneira positiva e como uma oportunidade para se preparar melhor.
(DOL, com informações da Revista Exame)
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