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Os erros de português mais cometidos em concursos

Para se garantir em qualquer concurso público é fundamental dominar gramática, interpretação de textos e redação. E ao contrário do que muitos pensam, a prova de português não deve ser subestimada por quem pensa que já domina a língua. Vale destacar que a

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Para se garantir em qualquer concurso público é fundamental dominar gramática, interpretação de textos e redação. E ao contrário do que muitos pensam, a prova de português não deve ser subestimada por quem pensa que já domina a língua. Vale destacar que a preparação gramatical é um tipo de estudo que demanda tempo, atenção e disposição.

E além de pressupor que já conhece a matéria, o concurseiro pode pecar pela pressa. É comum que o candidato leia os textos apenas uma vez, e parta para a resposta achando que já entendeu tudo.

Confira alguns dos problemas mais enfrentados por concurseiros em provas de português, e como impedir que eles comprometam o seu sucesso:

Interpretação de enunciados e textos - O candidato muitas vezes tem o péssimo hábito de não ler o texto - e a falta de paciência é a principal inimiga neste caso. Muitos não tem paciência para absorver os textos, ou ficam tão preocupados com o tempo, que perdem a concentração na leitura. Dica - No caso de um enunciado, marque os verbos de comando - os que distinguem a ação esperada do candidato, como “justifique”, “indique”, “comente”. Também vale reler com calma o que está proposto para garantir que você compreendeu bem. O mesmo vale para textos que você precisa analisar.

Uso da crase - Ela confunde muita gente e a fusão do artigo feminino “a” com a preposição “a” tem regras específicas de emprego. Dica - Você está seguro de que não tem dúvidas sobre o uso da crase? Revise o tema, com atenção especial para os casos optativos, isto é, aqueles em que a crase pode ou não ser usada.

Ortografia - Dependendo da banca, deslizes de ortografia podem eliminar um candidato. É um erro clássico, que revela um candidato que não lê ou que não se preocupa com o que lê. Dica - Cultivar o hábito de ler jornais, revistas, livros e sites ajuda a diminuir os erros. Isso vale também para melhorar a redação.

Emprego de pronomes - O concurseiro precisa tomar cuidado para não confundir as regras sobre colocação de pronomes oblíquos átonos, como “me”, “te”, “se”, “lhe”, “o” e “a”, já que o tema é recorrente em provas, questões sobre pronomes frequentemente aparecem como “pegadinhas” - Dica - Na língua falada, frequentemente ouvimos e falamos frases como “Me entregaram uma carta” ou “Você viu ela?”, que são incorretas segundo a norma culta. Para não se confundir na hora de escrever, é bom voltar aos livros e estudar com atenção as diferenças no uso de cada pronome.

Onde x aonde - Mais uma vez, a influência do português falado pode atrapalhar o concurseiro. Apesar de muita gente empregar “onde” e “aonde” indistintamente na língua oral, o mesmo não vale para a escrita, o que gera muitos erros em provas - Dica - Onde” é empregado para ideia de algo fixo, que não tem movimento, como em “Onde você mora?”. Já “aonde” acompanha verbos que dão ideia de movimento, de mudança, como em “Aonde você foi?”. Para não fazer feio, o concurseiro precisa gravar essa distinção básica.

(DOL, com informações do portal UOL)

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