Na tarde desta segunda-feira (25) na sede da Secretaria de Estado de Administração (Sead) representantes da Secretaria, do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e da Consulplan (organizadora do concurso) foram taxativos sobre o andamento do concurso para oficiais e praças do Corpo de Bombeiros Militar do Pará. O certame não será anulado. E o edital inicial permanece com todas as datas inalteradas.
O resultado da prova objetiva, para ambas as seleções, será divulgado no dia 22 de fevereiro.
A expectativa pela suspensão ou anulação das provas objetivas, realizadas neste domingo, se deu após a prisão de quase 50 pessoas acusadas de tentar fraudar o certame. De acordo com os representantes do Governo, as investigações e o trabalho da Polícia levaram a apreensão de todo o material e de todas as pessoas envolvidas. Dos 49 presos, dois eram adolescentes, 44 pagaram fiança e apenas três permanecem presos.
Vídeo mostra tentativa de fraude no concurso dos Bombeiros
Candidatos denunciam mais irregularidades na prova
Sobre as demais denúncias que estão sendo feitas por diversos concurseiros, a organizadora do certame informou que não foi registrado nenhuma situação que possa implicar no cancelamento do concurso.
Confira a manifestação da Consuplan
Participaram da coletiva: Alice Viana, secretária de Estado de Administração; Pedro Fraga, representante da Consulplan (empresa organizadora do Concurso); delegado Geral Rilmar Firmino; e coronel Zaneli, comandante do Corpo de Bombeiros do Estado do Pará.
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A decisão foi ao encontro de alguns concurseiros, que fizeram questão de entrar em contato com o DOL para deixar o seu testemunho:
"Anular não vai adiantar, pois muitas pessoas vão sair impune, tem é que investigar os culpados e bani-los de concursos", opinou Ierimi Luiz Ferreira da Silva. O pedido de Hannah Santos era para "não anular a prova, pois seremos prejudicados".
Dvyston Macedo fez a prova neste domingo (24) e se disse surpreso em relação a critérios e materiais "que se poderia fazer a prova. No edital diz que tem que ser material transparente e cor da tinta preta ou azul, mas tinha pessoas que não estavam seguindo esses critérios e os fiscais muitos menos". Considerando esta observação, o candidato se diz a favor do cancelamento.
Candidatos afirmam que ouviram celulares tocando
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