plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
NAS TELAS

Pelé foi astro no futebol, mas coadjuvante no cinema. Veja!

Jogador se aventurou também no cinema. Veja alguns filmes

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Pelé foi astro no futebol, mas coadjuvante no cinema. Veja! camera Pelé e Stallone: filme rendeu um dedo quebrado ao astro de Hollywood | Reprodução

No cinema, o atleta do século 20 foi apenas um ator esporádico. Sem comparação, por exemplo, com o nadador Johnny Weissmuller (1904-1984), vencedor de cinco medalhas de ouro olímpicas que reinou nas telas como Tarzan de 1932 a 1948.

Sacrilégio dos sacrilégios: até mesmo um brucutu como Vinnie Jones, volante galês que jogou por Chelsea e Leeds, teve carreira cinematográfica mais reluzente do que Pelé, com destaque para o cult "Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes" (1998).

De longe, o filme de Pelé mais visto e de maior prestígio foi a aventura de guerra "Fuga para a Vitória" (1981), dirigido por um cineasta americano de primeira linha, John Huston ("O Tesouro de Sierra Madre", "Uma Aventura na África").

Astros internacionais, como Sylvester Stallone, Michael Caine e Max von Sydow, dividiam o elenco com o ex-jogador e outros atores-futebolistas, como o inglês Bobby Moore, o argentino Osvaldo Ardiles e o polonês Kazimierz Deyna.

Ali, era fácil brilhar porque o talento em jogo envolvia a bola, não as artes dramáticas: na trama, ambientada durante a Segunda Guerra Mundial, um time de prisioneiros dos países aliados enfrenta, na Paris ocupada, um selecionado alemão.

Pelé voltaria a trabalhar com Huston (desta vez como ator) em outra produção internacional, "A Vitória do Mais Fraco" (1983), agora no papel dele mesmo e sem um pingo da repercussão do filme anterior.

No cinema brasileiro, seu maior sucesso foi "Os Trapalhões e o Rei do Futebol" (1986), visto por mais de 3,6 milhões de espectadores nos cinemas e por muitos outros em exibições na TV.

Mais uma vez, as fragilidades de Pelé como ator estavam disfarçadas pelo papel que interpretava, o do repórter esportivo Nascimento, e também pelo fato de que a trupe de Renato Aragão era responsável por manter a bola no ar.

Não houve como maquiar as suas deficiências, no entanto, em "Pedro Mico" (1985), baseado em peça de Antonio Callado, com Pelé no papel principal. O ex-jogador interpretava um malandro carioca que driblava a polícia e a própria quadrilha.

Só não driblou seus limites como ator: o diretor Ipojuca Pontes recorreu a Milton Gonçalves -esse, sim, um craque nas telas- para dublá-lo.

No cinema, as melhores imagens que Pelé deixa são mesmo as que o registram, em dezenas de documentários que cobrem a história do futebol, como um monstro dos campos.

Nesse aspecto, os destaques são "Pelé Eterno" (2004), que reconstitui o célebre gol na rua Javari, considerado o mais bonito do ex-jogador e que não foi registrado por nenhuma câmera, e "Pelé" (2021), da Netflix, focado na conquista das três Copas do Mundo.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Cinema

    Leia mais notícias de Cinema. Clique aqui!