A estreia maiúscula de “Tropa de Elite 2’’ - o longa se aproxima dos 3 milhões de espectadores, com apenas uma semana em cartaz - dá fôlego à pretensão do cineasta José Padilha de impulsionar mudanças na lei brasileira de incentivo ao cinema. Padilha avalia que “no modelo de financiamento do cinema brasileiro há algo intrinsecamente errado’’.
Trata-se dos termos em que é dividida a renda dos filmes entre produtores e distribuidores -estes últimos são os responsáveis pelo lançamento dos longas nas salas. Leia mais no Diário do Pará.
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