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CINEMA

Adaptação de “Os Três Mosqueteiros” em cartaz hoje

“Um por todos e todos por um”. Uma das frases mais famosas da literatura ocidental define a clássica obra de Alexandre Dumas, que versa sobre a amizade e o cavalheirismo durante a era medieval. A história de “Os Três Mosqueteiros” já teve dezenas de adapt

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“Um por todos e todos por um”. Uma das frases mais famosas da literatura ocidental define a clássica obra de Alexandre Dumas, que versa sobre a amizade e o cavalheirismo durante a era medieval. A história de “Os Três Mosqueteiros” já teve dezenas de adaptações para a sétima arte – sendo que a mais recente, dirigida por Paul W.S. Anderson (“Resident Evil”), estreia em 3D dia 14 de outubro. A Saraiva, em parceria com a Associação de Críticos de Cinema do Pará (ACCPA), exibe hoje a versão de 1948, que tem o carismático ator e dançarino Gene Kelly no papel do destemido D’Artagnan.

Um dos melhores exemplares dos filmes de aventura das matinês, a versão acompanha a chegada de D’Artagnan a Paris no ano em que termina a Guerra dos Trinta Anos. Ele é um provinciano que está em busca de fortuna e fama, e acaba travando conhecimento com Aramis, Porthos e Athos, mosqueteiros de Luís XIII, que o admitem no grupo após testarem as qualidades de espadachim do moço.

Os quatro envolvem-se na luta contra o cardeal Richelieu e a sua pérfida agente Milady de Winter, mesmo que D’Artagnan acabe se apaixonando pela vilã. Ao mesmo tempo, ele salva a honra da rainha Ana de Áustria de uma conspiração amorosa em que a haviam envolvido com o Duque de Buckingham, braço direito do rei Carlos I de Inglaterra.
Enquanto a atmosfera de intrigas palacianas envenena a vida francesa, os mosqueteiros são a última linha de defesa do rei e da população. Eles salvam a todos e a irmandade se desfaz, com D’Artagnan sendo alçado a tenente dos mosqueteiros, Athos se retirando para a vida campestre, Porthos casando e Aramis dedica-se à vida monástica.

George Sidney e Gene Kelly eram especialistas em musicais, ambos mestres em coreografia e resolveram usar essa experiência a serviço da ação no filme da Metro. Eles deram uma feição de “musical sem música” à versão cinematográfica, com cenas que lembram malabarismos circenses e sendo extremamente fiéis à obra literária. O filme foi candidato ao “Oscar” de fotografia (Robert Planck) e está inscrito no rol dos clássicos de Hollywood. (Diáiro do Pará)

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