Caipira que encarnou o símbolo de um Brasil ainda rural, o ator e cineasta Amácio Mazzaropi (1912-1981), morreu aos rodeado por folclores das mais variadas espécies. O repertório de causos a seu respeito vai de (supostas) aventuras sexuais com galãs estreantes a hipóteses sobre a dilapidação de sua fortuna, estimada por alguns em R$ 30 milhões.
Todas essas histórias são contadas no documentário “Mazzaropi”, de Celso Sabadin, que fica em cartaz até a próxima quinta-feira (16), no Cine Olympia.
Ao longo de quase três anos de trabalho, o diretor entrevistou amigos e colegas do ator, como Hebe Camargo, Aguinaldo Rayol, Ary Toledo e Marly Marley. Eles contam histórias sobre rixas com o Cinema Novo, paqueras com atores iniciantes e o sucesso do “Jeca Tatu”, seu personagem mais famoso.
Serviço: “Mazzaropi”, de Celso Sabadini, será exibido até o dia 16 de janeiro, sempre às 18h30, no Cine Olympia. Entrada franca. Entrada Franca.
(DOL)
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