O “Anjo Bom da Bahia” chega às telas de cinema de todo o Brasil. A história de Irmã Dulce, que foi beatificada pela Igreja Católica e indicada ao Nobel da Paz, mostra, no entanto, que ela não ligava para títulos.
Para ela, o que interessava era ajudar aos necessitados, mesmo que precisasse enfrentar preconceito, o machismo, os dogmas da Igreja e uma grave doença respiratória, para alcançar seu objetivo.
Carismática com os que a rodeavam, Irmã Dulce não teve uma vida fácil, foi perseguida pela igreja e contrariou interesses de políticos, da alta sociedade.
“Irmã Dulce tem uma trajetória de ativismo social, de luta pelos mais pobres, cheia de desafios e obstáculos enormes: desde uma doença pulmonar gravíssima a preconceitos por ser mulher, por ser freira, passando pela desconfiança da sociedade e da própria Igreja. Ela sempre quebrou paradigmas e enfrentou isso com admirável obstinação e insuspeito bom-humor. Ela foi um exemplo das qualidades definidoras do brasileiro: alegria, determinação e fé”, define o diretor do longa, o premiado Vicente Amorim, que já assinou filmes como “Corações Sujos”, “Um Homem Bom” e “Caminho das Nuvens”.
LEIA MAIS:
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar