O cinema Olympia abriga a partir de hoje a primeira edição da Mostra Curta Pará, que vai exibir até sábado, 24, uma seleção de curtas-metragens de realizadores do Pará e de outros estados do Brasil. São 84 filmes, que foram selecionados entre 320 inscritos e divididos entre a mostra competitiva, uma mostra de convidados e ainda uma mostra paralela no Cine Líbero Luxardo, do Centur.
Organizada por realizadores independentes de Belém - como Alexandra Castro, que tem dois curtas no currículo, “Através da Alma” e “Iara na Terra do Tecnobrega” - estudantes e amantes da sétima arte em geral, a mostra tem exibições gratuitas. O objetivo é, antes de tudo, divulgar as produções recentes em curta-metragem feitas por brasileiros.
A mostra abrange filmes em diferentes categorias. Há curtas de ficção, experimentais e de documentários, vindos de diversos estados brasileiros. Do Pará, também surge uma produção maior do que se imagina e que esperava por uma oportunidade para ser exibida a um público mais amplo. Nos três dias de festival, os curtas paraenses vão ganhar a tela do Olympia a partir das 18h30. Nesse grupo, há documentários como o que retrata o antigo cinema Argus e a tradição dos Terreiros de Mina em Belém.
Também ficções como “Juliana Contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista”, de Roger Elarrat.
Há ainda os filmes de cineastas convidados. A Mostra Curta Pará exibe dois filmes de Patrícia Monegatto (“Diários Daltônicos” e “O Jardineiro e o Pirata”), filmes de Abel Roland e Emiliano Cunha, de Aly Muritiba, Cintia Domit Bittar, Marcelo Caetano e Marcelo Marão.
(Diário do Pará)
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