Os fãs de Sandy e Jr vão acordar com o coração acelerado e fazendo “turu turu turu” bem forte, tudo porque hoje, às 20h, os irmãos farão uma live, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da dupla. Uma das lives mais esperadas pelos internautas, o novo reencontro deve agitar a web, para a alegria daqueles que acompanham os irmãos desde a infância. É o caso da jornalista Renata Biondi, que cresceu tendo a dupla de irmãos como trilha sonora em diversas fases da vida. “Sandy e eu temos a mesma idade. Eu nasci em dezembro de 1982 e ela janeiro de 1983. Então, achava o máximo termos a mesma idade, sermos baixinhas e sentia uma identificação enorme por passarmos pelas fases do desenvolvimento ao mesmo tempo. Com o seriado ‘Sandy e Júnior’, o negócio estourou ainda mais e a presença ficou mais constante. Daí para frente foi continuar acompanhando a dupla, ouvindo CDs, as músicas na rádio, a evolução na carreira, chorar com o fim da dupla e depois chorar de felicidade com a turnê em comemoração aos 30 anos de carreira”, diz.
As transmissões ao vivo vêm sendo utilizadas por diversos artistas para gerar conteúdo, entretenimento e doações aos mais necessitados durante o processo de isolamento social, decorrente do novo coronavírus (Covid-19). Com a dupla não será diferente, e a transmissão será em prol da Fundação Fome de Música.
“Para mim, a experiência de agora está sendo, ainda que bem singular, igualmente incrível, pois mesmo que não haja horas de espera na fila debaixo do sol e chuva para entrar no Hangar, aperto dentro para não perder o seu lugar, zero estresse com trânsito, também não há o calor e o coro das pessoas entoando todas as letras. O show ao vivo foi praticamente um karaokê. Mas o lado bom dessa situação é que dá para curtir de um jeito diferente e incluir no show quem jamais poderia ir, como minha filha de 5 anos, que está super empolgada. Ela diz: ‘eu vou poder ir para o mesmo show que a mamãe’. E a internet vai permitir que todos possam se conectar e se aproximar de um jeito único, entre si e com seus artistas preferidos enquanto estamos todos em isolamento social”, pontua .
A dupla também fez parte da infância e da adolescência da publicitária Fabielen Tocantins, que já passou a ferro a camisa personalizada usada na turnê comemorativa dos irmãos para assistir a live no sofá de casa. E esse momento vem como um afago aos fãs, contribuindo com leveza nesse momento delicado de pandemia.
“A live, além de entreter, também fará relembrar bons momentos. O que eles estão fazendo é tão grande para quem está aqui, isolado, sozinho, que talvez eles nem tenham ideia!”, destaca Fabielen, que na última passagem da dupla por Belém enfrentou fila, pediu folga no trabalho e pagou dobrado pelo ingresso.
“Valeu a pena, eu gosto de quase todas as músicas, mas minhas preferidas, e que espero que cantem, são: ‘Quando você passa (turo turo); ‘Bye bye’, que é muito a minha a cara; ‘No fundo do coração’; ‘Maria Chiquinha’; ‘Desperdiçou’ e ‘Olha o que o amor me faz’. Na minha opinião essas músicas não podem faltar na live”, avisa Fabielen.
ASSISTA
Live Sandy e Júnior
Quando: Hoje, às 20h
Onde: Canal da dupla no YouTube

Elas no comando
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Com a curadoria da Sêla, projeto que conecta mulheres do mercado da música, o portal Catraca Livre criou o festival on-line “#ElasNaCatraca”, dedicado à arte feminina. Serão 30 artistas, em cinco dias de evento. Na programação estão as paraenses Luê, Liège e Aíla, que se apresenta hoje, às 20h. Os shows serão exibidos simultaneamente no perfil delas no Instagram, além do Youtube, Twitter e Facebook oficiais do portal.
“Queríamos que fosse um evento com a nossa cara e, por isso, reunimos artistas de grande representatividade, que, assim como nós, defendem bandeiras como igualdade racial, de gênero e direitos LBGTQ”, conta Camila Passetti, editora da Agenda da Catraca Livre e uma das produtoras do projeto. “E a diversidade está também na música, vamos ter de ópera até brega, e metade delas são negras”, completa.
Entre as convidadas estão Tiê, Bia Ferreira, Bárbara Eugênia e Doralyce, além de Cremosa Vinil (DJs), Dandara Manoela, Mariana Aydar e Mulamba. A participação das paraenses Aíla, Luê e Liège, segundo Camila, foi muito natural. “Nós não estávamos em busca de ter três paraenses no line up, elas estão lá porque as mulheres paraenses se destacam na cena musical, elas organicamente estão em destaque nesse cenário em que a música também acolhe questões como igualdade de gênero”.
Outro destaque desse festival é que a plataforma Catraca Livre criou conteúdos especiais no Instagram sobre cada artista. “A gente queria que todas tivessem o mesmo destaque para o público. A gente sabe que algumas são mais conhecidas, mas queríamos que dentro do festival elas pudessem alcançar o público igualmente”, aponta Camila. Além disso, é possível conhecer alguns dos principais hits das artistas por meio da playlist “#ElasNaCatraca” no Spotify.
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