“A Semana Nacional de Museus é uma oportunidade de fortalecer o diálogo entre o museu e a comunidade, ampliando o acesso à cultura, à memória e às múltiplas narrativas das Amazônias”, explica Gabriele Martins, coordenadora de programação do Museu das Amazônias, sobre o objetivo central da iniciativa.
Realizada em equipamentos culturais de todo o país entre os dias 18 e 24 de maio, a 24ª Semana Nacional de Museus mobiliza instituições brasileiras em uma ampla programação que une literatura, memória, arte, território e práticas de cuidado comunitário. No Museu das Amazônias, foi preparada uma agenda especial, gratuita e aberta ao público, com atividades que unem literatura, memória, arte, território e práticas de cuidado comunitário. A programação ocupa a Varanda do museu e o Parque de Bioeconomia, no Complexo Porto Futuro, em Belém.
A proposta do MAZ é convidar o público a vivenciar o espaço de forma sensível, participativa e conectada a temas como território, arte, literatura e cuidado coletivo. A programação também dialoga com o tema da Semana Nacional de Museus em 2026, “Museus: unindo um mundo dividido”.
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
A programação inicia na sexta-feira, 22, às 14h, com a mesa “Narrativas que resistem: leitura, museologia e práticas de cuidado comunitário”, dentro do projeto Vivências MAZ. O encontro propõe uma reflexão sobre o papel da leitura e da museologia na preservação de histórias, identidades coletivas e saberes das Amazônias, especialmente em territórios periféricos.
Ainda na sexta-feira, às 16h30, também como parte do Vivências MAZ, o público poderá participar da oficina “Mapeando Territórios: Cartografias da Memória Amazônica”, conduzida pelo Projeto Tomate Leitura. Inspirada em autores como Dalcídio Jurandir e Monique Malcher, a atividade propõe a criação coletiva de cartografias afetivas da Amazônia, conectando arte, literatura e museologia social para refletir sobre pertencimento, memória e preservação cultural.
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No sábado, 23, a varanda do MAZ recebe duas oficinas voltadas à criatividade e à memória. Às 10h, o público será convidado a criar objetos cenográficos inspirados em obras da literatura amazônica. Já às 16h, acontece a oficina “Maquetes: reconstruindo a memória”, em que os participantes poderão produzir maquetes de prédios históricos e monumentos de Belém. As atividades têm classificação livre.
A programação encerra no domingo, 24, com uma visita mediada pelo Complexo Porto Futuro, às 10h, apresentando ao público a história da região portuária de Belém. Às 16h, as crianças poderão participar da atividade educativa “Roteirinho”, realizada na varanda do museu, que explora de forma lúdica a história do Porto Futuro por meio de oficinas e vivências.
SERVIÇO
22/05 (sexta-feira) Vivências MAS
• 14h — Mesa “Narrativas que resistem: leitura, museologia e práticas de cuidado comunitário” I Público Livre
• 16h30 — Oficina “Mapeando Territórios: Cartografias da Memória Amazônica” I Público Livre
23/05 (sábado)
• 10h — Oficina de criação de objetos cenográficos inspirados em obras literárias das Amazônias I Público Livre
• 16h — Oficina “Maquetes: reconstruindo a memória” I Público Livre
24/05 (domingo)
• 10h — Visita mediada pelo Complexo Porto Futuro I Público Livre
• 16h — Atividade educativa infantil “Roteirinho”I Infantojuvenil
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