O hipnólogo Pyong Lee se tornou alvo de uma investigação da Polícia Civil pelo possível crime de assédio sexual na última festa no BBB 20, realizada no último sábado (8). O inquérito foi instaurado pela delegada titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), de Jacarepaguá, Catarina Noble.
De acordo com a delegada, as investigações sobre os possíveis assédios contra as participantes Flayslane e Marcela Mc Gowan iniciaram a partir de denúncias na internet.
"Nós tomamos conhecimento por meio das redes sociais e da TV de que o Pyong teria tido atitudes durante a última festa que aconteceu dentro do reality que podem ser consideradas como assédio sexual. Não estou afirmando que isso aconteceu, mas vamos apurar tudo. Esse tipo de comportamento de alisar as moças sem o consentimento delas deve ser combatido dentro e fora do programa", disse Catarina.
Ela ainda informou que todos os participantes envolvidos nos casos serão ouvidos assim que forem eliminados do jogo.
"Nós entendemos que essa espera para ouvir tanto o Pyong como as moças envolvidas não afetará a investigação. Imagino que no prazo de três meses, que é o tempo de terminar o programa, todos sejam ouvidos e a investigação seja concluída", esclareceu.
A delegada aproveitou para alertar mulheres sobre casos de assédio. "Quando um homem passa as mãos ou as partes íntimas dele em uma outra mulher, sem que ela tenha consentido, ele pode ser enquadrado na lei de assédio sexual. Com pena prevista de 1 a 5 anos de prisão", explicou.
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