Um dos participantes mais polêmicos de todas as edições do Big Brother Brasil, Marcos Harter, tem se tornado motivo de preocupação para a emissora. O participante da 17ª edição do reality decidiu entrar com um processo contra a Globo. Tudo por causa de sua expulsão do programa, exibido em 2017. As informações são da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia.
Na época, a emissora decidiu retirá-lo da atração alegando que ele teria agredido uma participante com quem tinha um relacionamento na casa, a vencedora da edição Emilly Araújo.
O ex-BBB alega no processo que teve a imagem prejudicada por conta da acusação de agressão. Ele afirma que o fato não foi comprovado pela investigação aberta após sua saída da casa.
“Ele foi expulso do programa por ter supostamente agredido uma participante (Emilly Araújo – campeã daquela edição). Só que o juiz do caso criminal que a própria Rede Globo instaurou, inclusive, não aplicou a lei Maria da Penha. Ou seja, não houve agressão à mulher”, afirma o advogado Bruno Zilberman.
O responsável pelo caso ainda afirmou que a própria Emilly não abriu um procedimento criminal contra Marcos. “Ele foi agredido pela Emilly e até reclamou no programa das unhadas dela. Então, se a emissora tinha que expulsar participante, deveria expulsar os dois e não apenas ele. A Emilly deixou passar o prazo para processá-lo criminalmente, ou seja, ela nem teve interesse em prosseguir com qualquer ação criminal contra ele”.
“Os fatos indicam que a Rede Globo o expulsou de maneira absolutamente premeditada. A Globo passou 24h sem dar uma nota sobre a discussão do casal que aconteceu naquela madrugada da suposta agressão. Veio o paredão e o Marcos saiu vitorioso com apenas 20% de rejeição. Do nada a Globo resolve chamar a Emilly no confessionário para perguntar se ela tinha se sentido agredida e a partir disso tirar o Marcos a três dias da final. Isso é no mínimo estranho”, conclui o advogado.
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