Desde o final de semana, um artigo publicado pela Folha de S. Paulo e assinado pela historiadora Lilia Schwarcz tem sido motivo de críticas nas redes sociais.
No texto, a acadêmica teceu críticas à cantora Beyoncé pelo álbum visual, “Black is King”, lançado no dia 31 de julho.
Para a historiadora, Beyoncé erra ao “glamorizar a negritude” no novo álbum e “precisa aprender” a fazer uma luta antirracista que não envolva “pompa” e “brilho”.
Nesta terça-feira (4), a cantora Gaby Amarantos decidiu se pronunciar sobre as polêmicas opiniões.
Em um momento de desabafo, Gaby agradeceu à cantora norte-americana por inspirar a carreira dela e lhe dar forças para sair da depressão.
“Beyoncé você foi o assunto da minha seção de terapia, o bem q vc me faz e como vc me cura com seu amor, arte e realeza que me faz lembrar que sou rainha da divindade sagrada do universo. Eu sou pq vc é, TE AMO!”, escreveu a paraense.
“Pra encerrar o assunto sobre como a Bey me dá forças vale a thread. Eu comecei a carreia sendo chamada de “Beyoncé do Pará” mas fui sendo apagada pelo racismo do mercado da música e pelo preconceito c minhas cores e brilhos. A Bey tá me ajudando a me curar de uma depressão!”, completou Gaby.
“É racismo questionar o protagonismo de pessoas negras em nosso lugar de realeza até mesmo quando estamos ficcionando o glamour que sonhamos pro nosso povo. No meu caso, meu glamour era brega + quando quando a marca cara usava “onça-brilho” aí era fashion, pq será?”, questionou Gaby.
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