A canção “Sina de Ofélia” reacendeu o debate sobre o uso de inteligência artificial na indústria musical. A faixa, que se popularizou rapidamente nas plataformas digitais, chamou atenção por ser uma versão brasileira criada integralmente por IA e inspirada no estilo da cantora americana Taylor Swift, levantando questionamentos sobre direitos autorais, ética e limites do uso da tecnologia na música.
“Sina de Ofélia” era uma adaptação do suposto hit “The Fate of Ophelia” e utilizava vozes sintetizadas que imitavam os timbres de Luísa Sonza e Dilsinho. Antes de ser retirada do ar, a música chegou a ocupar posições de destaque no ranking das canções mais ouvidas no Brasil no Spotify, impulsionada pela curiosidade do público e pela viralização nas redes sociais.
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Ainda não foi esclarecido se a remoção da faixa partiu da equipe de Taylor Swift ou do próprio Spotify. Em setembro, a plataforma anunciou novas diretrizes para combater o uso indevido de IA, incluindo filtros mais rígidos contra spam musical, maior proteção contra a imitação de artistas reais e a exigência de transparência sobre o uso de inteligência artificial nos créditos das músicas.
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Segundo o Spotify, a intenção não é barrar a criatividade, mas evitar práticas enganosas que prejudiquem artistas e ouvintes. O caso ganhou ainda mais visibilidade quando Luísa Sonza entrou na brincadeira e publicou um vídeo dublando sua “parte” na música, que ultrapassou sete milhões de visualizações. Apesar disso, foi confirmado que todas as vozes presentes na faixa foram geradas por inteligência artificial.
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