O vendedor ambulante e ex-BBB Pedro Henrique Espíndola voltou ao centro das atenções poucos dias após deixar o Big Brother Brasil 26, em meio a uma grave acusação de assédio dentro do reality, ao ser visto em circunstâncias que chocaram a internet.
Pedro deu entrada na tarde da última quarta-feira (21) em uma instituição psiquiátrica no interior do Paraná, após ser removido por uma ambulância do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que ele desce do veículo com os pés amarrados, à beira de uma rodovia, para fumar um cigarro enquanto o trânsito seguia lento por conta de um acidente envolvendo uma carreta no caminho até a clínica.
Em outra imagem, ele aparece com faixas amarradas pelo corpo. As cenas rapidamente viralizaram e levantaram questionamentos sobre o estado de saúde do ex-brother e os desdobramentos do caso.


Hospital confirma internação
De acordo com o Metrópoles, o Hospital San Julian, localizado em Piraquara (PR), confirmou a internação de Pedro Henrique. Segundo a instituição, ele chegou acompanhado da mãe e de seus advogados.
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"Atualmente, o paciente encontra-se em unidade de tratamento supervisionado, destinada à estabilização do quadro e à definição do respectivo programa terapêutico”, informou o hospital em nota oficial, sem detalhar o diagnóstico ou o tempo previsto de internação.
Caso é investigado pela polícia
Pedro Henrique é investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por importunação sexual, crime que teria ocorrido dentro do confinamento do BBB 26. A vítima é a brasiliense Jordana Morais, também participante do reality. O caso segue em apuração.
Repercussão e críticas nas redes
A internação gerou forte reação nas redes sociais. Parte do público questionou o momento da decisão e levantou suspeitas sobre uma possível estratégia jurídica.
“Parece que mais uma vez a condição mental e a dependência são usadas como muletas para a falta de caráter”, escreveu um internauta. Outro comentário classificou a medida como uma tentativa de “escapar da responsabilização criminal”.
“Vão usar problemas psiquiátricos e vício pra dizer que o que ele fez não é culpa dele. Absurdo isso. Espero que isso não cole e que ele pague pelo crime que cometeu em rede nacional”, comentou outra usuária.
Enquanto a investigação segue, o caso continua dividindo opiniões e alimentando debates sobre responsabilidade, saúde mental e os limites entre tratamento médico e justiça.
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