Uma internação hospitalar da maior representante atual do carimbó paraense pegou os fãs da música regional de surpresa e curiosos por mais informações sobre a situação.
A cantora Dona Onete, de 86 anos, precisou receber atendimento médico em um hospital particular de Belém nesta sexta-feira (27). A artista, considerada patrimônio imaterial do Pará, trata um quadro de infecção urinária.
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A família e a equipe de Dona Onete confirmaram a internação. Segundo o comunicado divulgado, a artista recebe monitoramento contínuo da equipe médica 24 horas por dia.
Além disso, ela já apresenta sinais de melhora no estado clínico. Por isso, a família demonstra otimismo em relação à recuperação da artista.
Cuidados redobrados devido à idade
A equipe médica adotou atenção especial durante o tratamento por causa da idade avançada da cantora. Com 86 anos, Dona Onete requer cuidados mais rigorosos em qualquer intercorrência de saúde.
Portanto, os médicos acompanham de perto cada etapa da evolução clínica.
A família pediu que o público respeite a privacidade da artista neste momento delicado. Entretanto, garantiu que novas informações sobre o tratamento serão divulgadas em breve.
Enquanto isso, a equipe agradece as mensagens de apoio recebidas de fãs e admiradores.
Histórico de internações recentes
Esta não é a primeira vez que Dona Onete precisa de atendimento hospitalar nos últimos meses. Em dezembro de 2024, a cantora também foi internada em Belém para tratar o mesmo problema de saúde.
Na ocasião, a equipe informou que a medida foi preventiva para evitar agravamento do quadro. A internação mais grave aconteceu em novembro de 2022, quando a artista ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Naquele momento, ela tratou uma infecção pulmonar que exigiu cuidados intensivos.
Importância cultural da artista
Dona Onete é reconhecida nacionalmente como a Rainha do Carimbó Chamegado, vertente do estilo musical local. A obra da cantora recebeu o título de patrimônio imaterial do Pará, o que demonstra sua relevância para a cultura regional.
Como resultado, ela se tornou uma das principais representantes da música paraense no Brasil. A artista construiu uma carreira sólida ao longo das últimas décadas.
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Desta forma, ela conquistou fãs em todo o país com suas composições que misturam ritmos tradicionais do Norte. Por fim, permanece ativa na música mesmo aos 86 anos, com apresentações e lançamentos que mantêm seu legado vivo.
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