Se a intenção era chamar atenção, Clayton Ricardo conseguiu com folga. O videomaker de Uberlândia, em Minas Gerais, viralizou nas redes sociais ao mostrar a tatuagem gigante que fez na perna para homenagear a influenciadora Virginia Fonseca.
O vídeo mostrando a tatuagem finalizada, que retrata Virginia vestida com a fantasia de sua estreia como rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, já ultrapassou 630 mil visualizações no TikTok.
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“Tem gente que critica. Tem gente que sustenta. Tattoo finalizada”, escreveu Clayton ao publicar o resultado da homenagem.
Nos comentários, ele explicou a razão de tanta devoção: “Ela representa um arquétipo de mulher poderosa, bem-sucedida, que não se abala com comentários de pessoas que gostariam de ser ela, que é uma excelente mãe, empresária, empreendedora, marketeira, publicitária e visionária”, disse o mineiro, destacando a admiração pela trajetória da influenciadora.
CONFIRA:
@clayton.ricardo98 Alô @Virginia 📱🔥 #virginia #tatto #tattobrasil #tatuagem #viral ♬ som original - Clayton Ricardo
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Arquétipos: entenda o que são e os 12 mais comuns na personalidade humana
Na psicologia, o conceito de arquétipo é usado para representar padrões de comportamento associados a personagens ou papéis sociais que aparecem de forma semelhante em diferentes culturas e épocas. A mãe, o sábio e o herói são exemplos clássicos. Esses “personagens” carregam características universais, percebidas de maneira parecida por todos os seres humanos.
O conceito foi desenvolvido pelo psiquiatra suíço Carl G. Jung, fundador da psicologia analítica. Para Jung, os arquétipos fazem parte do inconsciente coletivo um reservatório de experiências acumuladas por gerações de seres humanos que influencia nossa forma de pensar, sentir e agir. Ele defendia que essas estruturas são uma espécie de herança psicológica, formada por experiências de milhares de gerações diante das situações cotidianas.
As imagens dos arquétipos aparecem em mitos, lendas, literatura, cinema e até nos sonhos. Na publicidade, também são muito exploradas quando um animal ou personagem é usado em uma marca, espera-se que o público associe a marca às características simbólicas daquele elemento.
Os 12 arquétipos e seus significados
A partir das ideias de Jung, psicólogos criaram uma classificação com 12 arquétipos que representam motivações humanas universais. Uma pessoa pode manifestar vários arquétipos, mas geralmente um predomina, ajudando especialistas a estudar a personalidade e desenvolver potencialidades individuais.
- 1. Sábio – busca conhecimento e reflexão, age com prudência e inteligência.
- 2. Mago – acredita em transformação e mudança, renovando relações e experiências.
- 3. Explorador – valoriza liberdade e novas descobertas, evitando a rotina.
- 4. Criador – artista ou inventor, materializa ideias e imaginação.
- 5. Herói – destemido, protege seus valores e pessoas queridas.
- 6. Rebelde – questiona regras e padrões, busca inovação.
- 7. Amante – sensível e afetivo, encontra felicidade em relacionamentos.
- 8. Tolo – alegre, autêntico e espontâneo, ri de si mesmo.
- 9. Cuidador – dedicado a proteger e apoiar os outros.
- 10. Homem comum – age conforme expectativas sociais, buscando pertencimento.
- 11. Inocente – enxerga o lado positivo das situações, mas pode ser ingênuo.
- 12. Governante – líder com autoridade, podendo se tornar autoritário se exagerar.
Arquétipos de Jung e o inconsciente coletivo
Segundo Jung, arquétipos são produtos de milhares de vivências acumuladas em diferentes gerações, formando o inconsciente coletivo. Um exemplo é a imagem materna onde cada pessoa tem uma mãe, mas certas percepções sobre esse papel se repetem em todas as culturas. Para Jung, essas ideias existem antes mesmo das experiências individuais, explicando a semelhança de temas em mitos e religiões de povos que nunca tiveram contato.
Outro exemplo universal é a ideia de um ser divino, presente em diferentes culturas desde os primórdios da humanidade.
Para o psiquiatra suíço, compreender essas estruturas é essencial para o autoconhecimento. Entre os principais arquétipos estudados por ele estão:
- Persona – o papel social que assumimos publicamente.
- Sombra – aspectos da personalidade desconhecidos, positivos ou negativos.
- Anima – características femininas presentes em homens.
- Animus – características masculinas presentes em mulheres.
- Self – a busca pela individuação, autoconhecimento, espiritualidade e compreensão do sentido da vida e da morte.
Esses conceitos não só ajudam a compreender comportamentos individuais, mas também explicam padrões culturais e sociais que atravessam gerações, influenciando literatura, cinema, publicidade e relações humanas.
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