Pequenos passos podem carregar significados gigantes. Foi justamente essa sensação que tomou conta das redes sociais nesta semana após uma nova publicação da ex-ginasta brasileira Lais Souza, de 37 anos. Em um registro simples, mas carregado de emoção, ela aparece em pé (com o auxílio de equipamentos de sustentação) durante mais uma etapa de seu processo de reabilitação.
A imagem foi compartilhada pela própria Lais em suas redes sociais e rapidamente mobilizou seguidores. Na legenda, ela resumiu o momento em poucas palavras: “De volta à fisioterapia”.
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O gesto, no entanto, falou muito mais. Nos comentários, fãs e celebridades celebraram a conquista. A atriz Fabiana Karla foi uma das que se manifestaram: “Meu Deus, que alegria ver você assim”. Outros seguidores também deixaram mensagens emocionadas. “Gente!!! Por que eu estou chorando vendo isso?”, escreveu uma internauta. “Aqui está uma imagem que alegra meu dia”, comentou outra.
A trajetória de Lais ganhou novos rumos em 2014, quando a atleta sofreu uma grave lesão na coluna cervical durante um treinamento de esqui aéreo nos Estados Unidos. O acidente a deixou tetraplégica e marcou uma mudança profunda em sua vida e carreira.
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Desde então, Lais tem se dedicado à reabilitação e também a compartilhar sua experiência em palestras e nas redes sociais, onde frequentemente fala sobre superação e esperança.
Recentemente, ela também publicou uma foto ao lado da pesquisadora Tatiana Sampaio, chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A cientista lidera pesquisas sobre a Polilaminina, um composto experimental derivado da proteína laminina que busca estimular a regeneração de neurônios e a reconexão de nervos.
O estudo tem como foco pacientes com lesões na medula espinhal e pode, no futuro, contribuir para terapias capazes de recuperar movimentos em casos de paraplegia ou tetraplegia.
Na publicação, Lais contou que acompanha atentamente os avanços científicos desde o acidente. Segundo ela, cada nova descoberta representa uma possibilidade de mudança para milhares de pessoas que vivem com lesões semelhantes.
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