A sister Samira foi surpreendida com uma carta da Produção do Big Brother Brasil 26 na noite da última terça-feira (31). Após os confinados terem sido chamados para a sala, Samira pegou a carta de despensa.
A atendente de bar ficou incrédula após levar R$ 100 mil para casa durante o reality da Rede Globo. Ela ganhou a sétima Prova do Líder, que além da liderança, garantia o valor em dinheiro. Apesar disso, ela só poderia desfrutar do prêmio caso chegasse ao Top 10 da temporada.
"Samira, você ganhou a sétima liderança do BBB 26 e, por ter chegado ao Top 10, você garantiu o prêmio da prova de R$ 100 mil", leu a aliada de Ana Paula Renault, chorando com a notícia.
Irmã de Samira desabafa sobre passado da sister e doença da mãe
A trajetória de Samira no BBB 26 tem sido marcada por conflitos intensos, especialmente com o influenciador Juliano Floss. Após ser chamada de “mimada” e ver o apelido “Eumira” ganhar força nas redes sociais, a família da participante decidiu se pronunciar. Yassmin Sagr, irmã da gaúcha, utilizou o X (antigo Twitter) para rebater boatos sobre a criação da sister e sua relação com a mãe, que enfrentou um câncer.
Quer mais notícias sobre BBB? Acesse o canal do DOL no WhatsApp
Yassmin explicou como Samira conseguiu estudar em instituições da rede adventista, negando que a família tivesse origem privilegiada ou que a participante fosse ausente. Segundo ela, ambas estudaram como bolsistas por conta do trabalho da mãe na instituição, o que garantia o benefício aos filhos de funcionários. No caso do internato, Samira obteve 80% de bolsa, e o restante foi custeado por um doador anônimo.
A irmã também contou que esse apoio veio de um programa de doações comum nessas instituições, justamente no período em que a mãe das duas recebeu o diagnóstico de câncer de mama, em 2015.
Contrariando as críticas sobre o comportamento de Samira no reality, Yassmin destacou que a irmã sempre esteve presente durante o tratamento da mãe, realizado pelo SUS. Mesmo no internato, ela voltava para casa nos fins de semana e, em algumas ocasiões, chegou a faltar às aulas para acompanhar procedimentos mais delicados.
Por fim, Yassmin também revelou que, para cursar Direito em São Paulo, Samira trabalhou para ajudar a custear os estudos. Segundo ela, a participante integrou um programa em que estudantes vendem livros de porta em porta e utilizam parte do valor arrecadado para pagar a faculdade.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar