A influenciadora digital brasileira Suellen Carey revelou por meio de suas redes sociais, ter assinado um contrato de confidencialidade para manter um relacionamento com um jogador de futebol.
O documento, conhecido como NDA (Non-Disclosure Agreement), estabelecia regras rígidas sobre o que ela poderia ou não divulgar ao público. Segundo ela, a assinatura foi uma exigência do atleta para que os encontros continuassem.
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O NDA apresentado por Suellen determinava restrições amplas sobre a exposição da relação. Além disso, o acordo não se limitava a proibir a menção direta ao nome ou ao rosto do atleta.
Segundo a influenciadora, qualquer detalhe capaz de identificar o envolvido também era vedado pelo documento. Entre as proibições listadas por Suellen estavam:
- Publicação de fotos relacionadas ao casal;
- Divulgação de mensagens ou conversas trocadas;
- Compartilhamento de capturas de tela;
- Comentários sobre os encontros;
- Qualquer informação que pudesse revelar a identidade do jogador.
As restrições do contrato iam além da proteção direta à identidade do atleta.
Por isso, Suellen relata que não podia exibir objetos, roupas, ambientes ou qualquer elemento visual que permitisse uma associação entre o conteúdo publicado e a pessoa envolvida.
Dessa forma, o sigilo se estendia até aos cenários e detalhes cotidianos dos encontros.
"Não bastava esconder o nome ou o rosto dele. Eu não poderia mostrar uma mão, uma camisa, o lugar onde estivemos ou qualquer detalhe que levasse alguém a descobrir quem era", declarou ela.
Reflexão após o episódio
Depois da experiência, Suellen afirmou que passou a questionar o uso de acordos de sigilo em relacionamentos que envolvem figuras públicas.
Contudo, ela não chegou a detalhar as circunstâncias que levaram à divulgação do contrato agora. Ainda assim, sua declaração tocou em pontos sensíveis sobre privacidade, poder e identidade em relações assimétricas.
Em sua avaliação atual, a influenciadora foi direta:
"Hoje, eu não assinaria novamente um contrato para proteger alguém que tem vergonha de assumir com quem se relaciona. Ninguém deveria precisar apagar a própria história para esconder a sexualidade ou os desejos de outra pessoa", afirmou.
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