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Luana Piovani solta o verbo em revista

Em entrevista à "Trip", Luana Piovani falou sobre os vários assuntos polêmicos que rondam sua vida.Sem papas na língua, a atriz não fugiu das perguntas, nem mesmo as mais íntimas.Pelo Twitter, ela comemorou a repercussão. "Entrevista na Trip ta bombandooo

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Em entrevista à "Trip", Luana Piovani falou sobre os vários assuntos polêmicos que rondam sua vida.

Sem papas na língua, a atriz não fugiu das perguntas, nem mesmo as mais íntimas.

Pelo Twitter, ela comemorou a repercussão. "Entrevista na Trip ta bombandoooo!! pense as fotos... yes! ponto para as meninas... e as meninas disparam na frente!!!", brincou.

O quarto ensaio da atriz para a publicação será divulgado no mês que vem.

Veja abaixo alguns trechos da entrevista:

Bebida alcoólica
A minha analista tenta entender muito isso, porque, ao mesmo tempo em que eu sempre gostei muito de beber, eu sempre me preocupei muito com isso. E, pelo fato de eu beber todo dia, sempre tive medo de me tornar alcoólatra. E a minha mãe é abstêmia, então tem uma culpa que vem de cima para baixo. A minha mãe acha que eu sou o ser humano mais bebum que existe! Quase um [Zeca] Pagodinho. Eu falava muito disso na minha análise, e ela pegava pesado, me perguntava: “Por que você tem que se dopar, se drogar?”. Porque eu acho que a vida a seco é muito chata, e a minha tem um peso ainda maior. Eu não sei o que é privacidade, como é bom estar no anonimato. Só quando você perde é que você sabe que teve. É muito incômodo ser observado 24 horas por dia. Você não pode tirar a calcinha da bunda, não pode coçar o seu nariz, não pode estar com o olho inchado porque o seu vô morreu. Porque tudo vira notícia, e as pessoas especulam.

Maconha
Parei de fumar pra gravidez. Quando eu fiz "Casseta e Planeta", perguntei pro Bussunda: “Bussunda, querido, o que você diz quando alguém pergunta sobre maconha, sobre droga?”. E ele disse, citando alguém que eu infelizmente não lembro quem: “Eu me tornei uma pessoa pública, não posso mais responder sobre esse tipo de coisa”. É estranho, porque com bebida não tem essa coisa.

Dinheiro
Eu tenho uma vida muito cara, tenho três casas que eu sustento, uma aqui, uma em São Paulo e uma em Nova York. Custo mensal altíssimo. Não tem gente que gosta de ter BMW e helicóptero? Eu gosto de ter três casas, de chegar e abrir o meu guarda-roupa, ter todos os meus casacos de frio lá dentro e já ter minha padaria, meu supermercado, minha lanchonete. Me faz bem, eu me sinto uma nova-iorquina. Eu recebo muito as pessoas, divido meu lençol, porque eu não estou falando de uma casa para alugar, é a minha casa. Eu acho que na vida tudo só é bom quando a gente divide, porque se é pra ter sozinha não tem a menor graça.

Felipe Simão, atual namorado de Alinne Moraes
Tem umas coisas na minha vida que, apesar de parecerem ruins, são uma grande graça recebida. E eu aprendi isso, depois de tantos tropeços. Eu comecei a enxergar o que a vida estava querendo me dizer. Dessa vez ela me deu vários sinais que eu fiz questão de não ver. E aí a vida falou: “Bom, vou dar uma rasteira para ela acordar”. Então foi até um alívio, porque era um relacionamento muito difícil, era uma constante porradaria, insegurança, ciúme, pegação no pé. Até que você fala: “Caralho, por que ele não acredita em mim?”. Você se sente um criminoso preso injustamente.

Sofrimento
Eu não nasci para sofrer. A última vez em que eu sofri muito foi aos 27 anos. Foi quando o Marquinho Palmeira terminou comigo... Sofri uns 40 dias, aí falei: “Não tá dando, o que é isso, senhores e senhoras, com 27 anos na cara, com a vida toda organizada...”.

Dado Dolabella
Eu estava cega. Foi um período meio punk. No fim da minha segunda volta com ele rolaram vários boatos ruins, que têm a ver com a síndrome do pequeno poder da Globo. Neguinho te tacha como a estrela do ano porque você pediu um queijo de minas pra comer. As pessoas se aproveitaram desse momento frágil em que eu estava depois de ser agredida para pulverizar pequenas histórias. Saíram uns três boatos de que eu, em vez de agredida, tinha virado agressora! E isso nunca aconteceu. Então a sociedade marrom, que são as pessoas que vendem fofoca, resolveu fazer do meu momento frágil um circo, e me colocou de fera nele. Agora, a grande cagada foi eu ter voltado pra ele! Foi nesse momento que eu estava cega, porque a gente tinha se separado da primeira vez por conta de uma agressão física, não comigo. Ele agrediu a mãe dele, e a mãe dele me ligou falando isso. Aí minha mãe disse: “Mas ele agrediu a mãe dele, como é que você vai voltar?”. E eu passei por cima. Então esse foi o meu momento de cegueira. (BAND)

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