Há um ano, morria aos 85 anos, uma eterna criança: Roberto Gomez Bolaños, o imortal Chaves.
Escritor, humorista, ator e produtor de cinema, teatro e televisão, Bolaños deixou muita saudade no coração de muitos que, durante os 30 anos de exibição do programa Chaves no Brasil, cresceram com suas trapalhadas.

(Foto: Divulgação)
A causa da morte, ocorrida às 14h30 (horário do México) não foi confirmada, embora já se soubesse da sua saúde frágil e que Roberto permanecia quase o tempo todo na cama.
A morte de Chesperito, como era carinhosamente chamado em referência ao dramaturgo William Shakespeare, gerou grande comoção internacional e, principalmente, entre seus colegas de elenco.

(Foto: Divulgação)
Carlos Villagrán, intérprete do personagem Quico, foi o autor de um dos desabafos mais emocionantes.
Em um texto publicado nas redes sociais, o ator lamentou não ter se reconciliado com Bolaños, após um longo período sem se falarem.
"Sei que Chaves, Chapolin ou Don Roberto fizeram o possível para que seus amigos Kiko e Carlos o estivessem acompanhando em sua despedida, a melhor viagem de sua história, para seguir criando risadas e amor entre os anjos (…) Descanse em paz!", escreveu.
Mas nem tudo foram rosas: a morte de Bolaños reviveu alguns desafetos que há muito estavam adormecidos.
Algumas polêmicas que envolveram sua vida, como o namoro de Villagrán (Quico) e Florinda Meza (Dona Florinda) vieram à tona, além da proibição de Florinda, mulher de Chesperito, de visitação do público ao túmulo do falecido.
(DOL com informações de UOL)
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