A Justiça de Minas Gerais determinou que seja feita a reconstituição do caso que envolveu a apresentadora de TV Ana Hickmann, fato ocorrido em maio do ano passado onde um homem morreu após fazer ela e duas mulheres reféns.
Na ocasião, Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã apaixonado de Hickmann, invadiu o hotel onde a ex-modelo estava hospedada e a tomou de refém juntamente com a assessora de imprensa e Giovana, mulher de Gustavo Henrique Bello, cunhado de Hickmann, autor do tiro que matou o agressor.
Conforme apontaram as investigações, à época, Rodrigo teria rendido Gustavo, o ameaçando com um revólver e o obrigou a levá-lo até o quarto onde estava a apresentadora.
Em depoimento, as vítimas disseram que foram forçadas a sentarem voltadas para a parede quando Rodrigo atirou acertando o ombro esquerdo de Giovana.
A partir deste momento, Gustavo Correa reagiu, lutou com Rodrigo Pádua e matou o agressor após tomar a arma que estava em posse dele.
Giovana, mulher de Gustavo, foi hospitalizada e ficou na UTI, vindo a receber alta médica em seguida.
Dois meses depois, o Ministério Público mineiro apresentou denúncia por homicídio doloso, quando há intenção de matar, contra Gustavo.
Um mês antes, o delegado responsável pelo caso pediu arquivamento do inquérito, alegando que Correa agiu em legítima defesa.
Segundo a Veja, foi a defesa de Ana Hickmann que entrou com o pedido da reconstituição. Não foram divulgadas as datas em que a reconstituição deverá ser realizada e nem mesmo o motivo da solicitação.
(Com informações da Veja)
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